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TEA

Como os pais podem apoiar as crianças com autismo para ajudá-las a alcançar suas metas de desenvolvimento?

Pais de crianças autistas sempre estão preocupados com o seu desenvolvimento, buscando constantemente formas de auxiliar na independência e amadurecimento do filho. Por esse motivo, é importante saber como apoiar crianças com autismo para impulsionar o desenvolvimento e a independência das crianças com TEA.

Mesmo com todos os desafios existentes durante a vida dessas crianças, o apoio correto e a estrutura adequada podem facilitar o alcance das metas e redução das crises. Confira tudo logo abaixo.

O que fazer para apoiar crianças autistas no desenvolvimento

Crianças autistas possuem um tipo de transtorno do neurodesenvolvimento o que implica no atraso de algumas questões básicas como a comunicação, o comportamento, interação social, rotinas, etc.

É preciso que os pais busquem profissionais adequados que possam identificar e diagnosticar o tipo de TEA, assim como propor estratégias que vão auxiliar no bem estar destas crianças através de uma equipe multidisciplinar. 

Um exemplo é o Espaço Arima, que é um centro de diagnóstico e tratamento interdisciplinar do autismo e outras condições. Confira aqui tudo sobre a avaliação do autismo!

No entanto, cada criança com TEA é diferente, podendo existir diversos níveis de autismo, cada um deles com uma demanda específica. Veja abaixo o que fazer para apoiar e facilitar a vida dessas crianças.

Divida as responsabilidades e afazeres domésticos

É comum que quem cuida de crianças autistas se sintam sobrecarregados de responsabilidades e afazeres domésticos. Por esse motivo, antes de qualquer coisa é importante dividir as tarefas entre os responsáveis e incluir a criança como parte ativa.

Dessa forma, todas as vezes que for possível dê pequenas ordens e peça ajuda da criança para participar dos afazeres, como por exemplo pedir para auxiliar na hora de colocar a comida na mesa ou recolher os brinquedos. 

Façam as refeições em conjunto

O momento das refeições é excelente para a interação entre a família, estreitar laços e auxiliar na socialização da criança autista. Por isso, é essencial que a família sente para realizar as refeições todos juntos. 

Além disso, crianças autistas com atraso locomotor também conseguem aos poucos conquistar sua autonomia no controle de movimentos na hora de se alimentar, ao observar seus pais se alimentando.

Incentive o autocuidado

Muitas crianças autistas possuem resistência para realizar ações básicas de autocuidado, como o banho, escovar os dentes, cortar as unhas, etc. 

Por esse motivo, desde cedo os pais devem incentivar o autocuidado através de tarefas básicas, estimulando com paciência a realização das atividades diárias, tornando o momento lúdico e divertido.

Dê a oportunidade de a criança fazer pedidos

Você pode criar situações em formato de brincadeiras dentro de casa, como por exemplo brincar de fazer compras. 

Nesse caso, coloque alguns itens à disposição, apresente-os e deixe a criança pedir algum deles. Caso ele não consiga, você pode ajudar apontando para algum item e dizendo o seu nome. 

Isso é importante para treinar a criança para situações reais no futuro, onde ele terá que pedir alguma coisa, como o sabor de um sorvete ou alguma informação em um local.

Deixe claro qual será a rotina

Uma questão marcante no autismo é a rotina. Crianças com TEA gostam da rotina organizada e que tudo ocorra como o esperado.

Por isso, deixe claro para ela qual será a rotina previamente, mostrando através de imagens, explicando bem como será a ida até o local, se usarão um carro ou um transporte público, o período do dia que irá (manhã, tarde ou noite) e qualquer outra informação que vá ajudar.

Referências

https://br.guiainfantil.com/materias/saude/autismo10-conselhos-para-estimular-criancas-com-autismo/
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TEA

Quais são as principais dificuldades que as crianças com autismo enfrentam na escola?

O autismo na escola precisa ser debatido! Crianças autistas possuem uma série de condições especiais no que tange o relacionamento e interação com outras pessoas. No entanto, mesmo com estas particularidades, a inserção de crianças com autismo na escola é essencial para seu desenvolvimento.

Por esse motivo, confira abaixo quais são as principais dificuldades e desafios enfrentados pelas crianças autistas dentro das escolas, e como os pais e professores podem auxiliar nesse processo.

Principais dificuldades destas crianças nas escolas

São diversas as dificuldades que as crianças autistas enfrentam no dia a dia. Ao serem inseridas no ambiente escolar, a sua dificuldade de interação e socialização pode afastá-la dos demais, já que geralmente os autistas não se sentem confortáveis com beijos e abraços.

Um outro ponto é que a comunicação das crianças autistas pode ser complicada, dificultando a compreensão dos demais e a demanda da criança.

Brincadeiras, jogos, dinâmicas, passeios e tudo que fuja do cotidiano da criança autista na escola também pode ser um problema. Confira abaixo as principais dificuldades:

Socialização

Com base nas características das crianças com TEA a socialização com os colegas e professores é um sério desafio. A fala prejudicada, a dificuldade de perceber gestos e a maneira de se expressar que muitas vezes é interpretada como grosseira, prejudica a socialização e a formação de amizades.

Comportamento

O comportamento dessas crianças pode variar se elas possuem hipo ou hipersensibilidade. No entanto, as crianças autistas podem facilmente recusar regras, comandos e tarefas propostas pelos professores, gerando uma insatisfação dos docentes.

Junto a isso, algumas crianças com TEA podem responder de maneira agressiva quando insatisfeitas, sendo um motivo para reclamações e suspensões.

Comunicação

Como falamos anteriormente, a comunicação é um problema nas crianças com TEA. Geralmente a dificuldade em se expressar prejudica o entendimento dos demais colegas e dos professores às demandas e dúvidas da criança. 

Inflexibilidade

Por fim, as crianças autistas tendem a ser inflexíveis e indispostas a mudanças em sua rotina, por mais simples que possa ser a mudança (como a posição de objetos) ela pode impactar seriamente sua escolarização. 

Como realizar a inclusão dessas crianças

Mesmo com todas as dificuldades, a inclusão das crianças no ambiente escolar é importante para o desenvolvimento e redução das crises existentes no TEA.

Para tornar o ambiente acolhedor para as crianças autistas, a escola deve contar com uma boa organização e recursos que possibilitem a atuação dos professores de maneira que leve em consideração as dificuldades dessas crianças.

Alguns educadores podem não ter o conhecimento necessário para lidar com crianças autistas, por isso a escola deve investir na especialização dos professores e ajudar na dinâmica desses alunos na sala de aula.

Outro ponto importante é que muitas crianças autistas só são diagnosticadas dentro da escola, por ser o primeiro local de interação social. Portanto, os pais devem estar dispostos a contribuir com o bem estar da criança e ter papel ativo na escola.

Vale lembrar que a avaliação e o diagnóstico do autismo só pode ser feito por profissionais qualificados, como os do Espaço Arima. Confira aqui tudo sobre esse centro interdisciplinar para crianças autistas e com outras condições!

Referências: https://salzclinica.com.br/autismo-e-inclusao-escolar-os-desafios-que-esses-alunos-enfrentam/

https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/34/autismo-e-inclusao-escolar-os-desafios-da-inclusao-do-aluno-autista
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TEA

Como uma criança com autismo consegue se tornar independente?

Uma criança com um diagnóstico de autismo possui uma rotina de desenvolvimento infantil que costuma ser, no mínimo, um pouquinho diferente das demais. Nesse sentido, é muito comum que os pais ou cuidadores sejam como um porto-seguro para elas, causando uma dependência. Dito isso, como estimular independência em uma criança autista?

Esse parece ser um desafio muitíssimo grande, mas a verdade é que existem diversos hábitos cotidianos que os adultos podem inserir no ritmo da criança para estimulá-la. Pensando nisso, nós separamos algumas dicas facilmente aplicáveis em seu dia a dia que conseguirão deixar seu filho mais independente.

Superando o medo e a superproteção 

Não dá para negar que o espectro autista descoberto ainda na infância traz uma realidade pra lá de diferente de uma típica. Isso certamente vai demandar maior atenção por parte dos adultos ao seu redor e é importante que seja assim. Porém, muito cuidado, hein! Pois o medo da criança se machucar pode gerar uma situação de superproteção. 

Acontece que proteger demais também não é o caminho certo, e pode mais atrapalhar o desenvolvimento de alguém com TEA que qualquer outra coisa. Por isso, é preciso pensar em um equilíbrio entre a atenção e a superproteção. Uma alternativa é justamente a terapia, e não apenas para as crianças, tá?

Os pais e cuidadores também vão precisar dessa ajuda psicoterapêutica para lidar com a situação de forma mais tranquila. Isso sem falar que podemos pensar em alternativas graduais que poderão estimular sua criança autista no caminho da autonomia. Veja a seguir!

Dicas de como estimular a autonomia

Pequenos, mas simbólicos atos podem gerar poderosos resultados na vida de uma criança com TEA no que se refere à autonomia. O importante será que o pai, mãe, ou qualquer outro cuidador, consiga, de forma gradual, inserir responsabilidades para que a própria criança consiga lidar. Veja algumas exemplificações do que estamos falando.

Criando uma rotina

A rotina pode ser uma importante forma de estimular a autonomia, pois traz segurança para a criança. Até porque, a repetição das tarefas faz com que se tenha mais garantia na própria capacidade, sem necessidade de auxílio de outras pessoas, e é justamente isso o que buscamos, né?

Trabalhando com atividades domésticas

Uma das melhores formas de estimular a criação da rotina é justamente pela delimitação de tarefas domésticas diárias. E não precisa ser grandes coisas não, tá? Já que aqui o objetivo não é realmente fazer com que a criança cuide da casa.

Por exemplo, criar o hábito de arrumar o quarto pode ser um passo pra lá de importante para que ela entenda que possui responsabilidades perante a casa. Com o tempo, você pode até demandar tarefas maiores.

Responsabilidade Financeira

Não deixe que o diagnóstico de autismo em sua criança a faça ver para além daquilo que ela realmente já é: uma criança. E uma criança tem suas próprias vontades e desejos, o que por vezes implica em algum dinheirinho, não é mesmo?

Pensando nisso, uma boa forma de fazer com que a criança consiga ser mais autônoma é justamente por meio da educação financeira. Eduque-a para aprender como usar o dinheiro e também confie certa quantia a ela para que consiga fazer um uso, mesmo que mínimo, do dinheiro. 

Trabalhando com a individualidade

Um erro muito comum em pais de pessoas com TEA é a negação da vontade desses indivíduos. Isso porque muitos acreditam que elas sequer possuem vontade, o que é um baita mito. Ora, leitor, crianças autistas, assim como qualquer outra, possuem desejos, como mencionamos acima. 

Por isso, saiba respeitar aquilo que ela delimita enquanto algo de sua própria vontade. Por exemplo, se ela não quiser sair um dia, por que não respeitar o desejo? Não precisa ser todos os dias, mas algumas vezes é importante, até para a construção da identidade própria.

Vale lembrar que cada criança possui uma natureza que é única, de modo que você pode ir aprimorando aquilo que cabe mais na personalidade da sua. Mas o mais importante, certamente, é fazer com que essa criança entenda o seu lugar no mundo e tenha autonomia o suficiente para lidar com ele.

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TEA Terapia Infantil

Cuidando da saúde mental e física das crianças autistas: como?

O autismo ou TEA até o momento não possui uma cura, no entanto, existem uma série de estratégias que visam a melhora da saúde mental e física das crianças autistas, trazendo uma melhora significativa na qualidade vida, concentração, locomoção e comunicação.

Através de uma equipe multidisciplinar é possível auxiliar o desenvolvimento da criança autista, aplicando práticas e terapias de diversas formas, afinal toda criança autista possui suas particularidades e níveis de autismo

Para realizar uma avaliação completa e segura do diagnóstico do autismo é necessária uma equipe dedicada e multidisciplinar, como o Espaço Arima. Confira aqui como funciona a avaliação e entre em contato com o time de especialistas.

Veja abaixo nossas dicas de como cuidar da saúde mental e física das crianças autistas:

A saúde mental da criança autista

Grande parte das crianças autistas podem sofrer com distúrbios mentais como problemas de comportamento, agressividade e ansiedade. Quando somado a fobias sociais, a criança pode entrar em um sério estado de sofrimento psicológico com uma simples interação social.

Por esse motivo, para amenizar o impacto da saúde mental das crianças com TEA é preciso modificar a forma de comunicação, utilizando o afeto e a paciência como base. Além disso, incentivar de maneira respeitosa o contato com outras crianças, para que possam brincar e socializar livremente.

Junto a isso, existem algumas práticas que podem complementar o tratamento e o cuidado com saúde mental desses indivíduos, confira:

Psicoterapia

A psicoterapia infantil é uma das maneiras mais frequentes para o cuidado mental com as crianças autistas. Através de uma terapia direcionada e adaptada a condição da criança autista, o psicólogo consegue trazer conforto para o paciente, além de conseguir desenvolver algumas habilidades de interação social e comunicação.

Musicoterapia

É uma prática não convencional, mas que tem apresentado resultados positivos quando o assunto é a saúde mental de autistas. A música tem capacidade relaxante e através de suas notas a criança consegue entender melhor suas emoções.

Não é necessário que a criança aprenda algum instrumento, o fato de ouvir os sons e até realizar alguns movimentos de dança descontraída, ajuda no conforto mental.

Saúde física de crianças autistas

Se tratando da saúde física, as crianças autistas podem ser sedentárias por possuírem dificuldades de interação social e atrasos motores. Dessa forma, existem algumas maneiras de se realizar atividades físicas e ajudar até mesmo no descanso e diminuição das crises.

Psicomotricidade

As sessões de psicomotricidade são guiadas por um fisioterapeuta especializado no cuidado de crianças autistas. Dessa forma, a criança é incentivada a realizar brincadeiras e atividades que utilizem o movimento do corpo como forma de auxiliar no controle de movimentos.

Terapia ocupacional

Outra atividade importante que exercita a psicomotricidade é a terapia ocupacional. Nela, as crianças passam a realizar ações comuns para facilitar as suas atividades cotidianas, melhorando assim a sua autonomia e autoconfiança para conseguir se adaptar socialmente.

Alimentação

Para cuidar da saúde física e mental, a alimentação é outro ponto de extrema importância. O consumo de uma dieta rica em nutrientes, vitaminas e minerais é o ponto chave para uma vida saudável e até redução de crises.

Por esse motivo, uma dieta balanceada, com fontes de cereais, vegetais, verduras, leguminosas, carnes, leite e derivados é o ideal.

Referência:

9 tratamentos para autismo (e como cuidar da criança) (tuasaude.com)

Os cuidados com uma criança autista (amorematernidade.com.br)

Como lidar com o autismo: 6 formas de melhorar a qualidade de vida do seu filho – CenttralMed

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Diagnóstico Precoce TEA

Quais os principais desafios para a realização de diagnóstico de autismo em crianças pequenas?

Nos dias atuais, é bastante comum vivenciar falas referentes ao diagnóstico de autismo em crianças pequenas, isso pela relevância que o tema possui. 

De modo geral, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) corresponde a um distúrbio do neurodesenvolvimento definido por ações repetitivas e estereotipadas e atraso na linguagem e consequentemente interação social.

Quer ficar por dentro dos principais desafios encontrados para a realização de diagnóstico precoce em TEA? Nos acompanhe com a leitura deste artigo. Confira a seguir!

Autismo: quais são os sintomas mais encontrados em crianças?

De acordo com os estudos, os sintomas do autismo podem surgir desde cedo (1 a 2 anos de idade) ou até antes, e isso requer muita atenção. Dessa forma, essa condição consegue abalar o desenvolvimento de áreas significantes para a vida de qualquer indivíduo na sociedade,

Sendo assim, na interação social, é possível notar que as crianças possuem defasagem na socialização e nas relações sociais. Na maioria dos casos, não têm amizades, preferem se isolar e não gostam de compartilhar seus brinquedos.

Agora, no quesito da comunicação, a fala e a linguagem podem ser abaladas, a criança pode ter um atraso significativo e também não conseguir se comunicar através de outros sinais, como apontar ou olhar para dizer algo.

Já na questão do comportamento, possuem relevância em movimentos repetitivos com o corpo (balançando para frente e para trás) e a dificuldade em mudança de rotinas. 

Importância do diagnóstico de autismo em crianças

Até então, não existe exame laboratorial que consiga identificar o autismo na pessoa. O teste para receber o diagnóstico é clínico. Então, ele é realizado a partir da observação comportamental da criança.

Desse modo, a intervenção terapêutica precoce é de extrema importância para reduzir os danos e atrasos no desenvolvimento infantil.

Mas então, quais são os principais desafios para a realização de diagnóstico de autismo em crianças pequenas?

Desafios do diagnóstico precoce em TEA

TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) costuma atrasar no diagnóstico de TEA

Entre os principais desafios para identificar o autismo em crianças pequenas, estão as diversas manifestações do transtorno. 

Como é o caso daquelas que possuem TDAH, então o Transtorno do Espectro Autista neste caso leva mais tempo do que o normal para ser diagnosticado.

Considerar distúrbios ansiosos e de linguagem antes de encerrar o diagnóstico de autismo

Até então, existem vários fatores que precisam ter a devida atenção na tentativa de investigar o diagnóstico de autismo, entre eles temos os transtornos ansiosos, o TDAH e o distúrbio específico na linguagem.  

Com isso, é preciso ter bastante atenção daqueles mais próximos, como por exemplo, o pai, a mãe e o profissional que acompanha o bebê nos primeiros anos.

Não estimular corretamente a criança

Basicamente, no momento em que se percebe que a criança fica mais isolada, possui dificuldade de comunicação social, ausência ou insuficiência da fala, fica irritada facilmente, brinca e age de modo repetitivo, é muito importante que os pais saibam como agir.

De início, uma boa alternativa é procurar uma unidade básica de saúde ou até mesmo buscar sites de referência como o nosso projeto do Espaço Arima e assim conseguir estimular a criança corretamente.

Para uma avaliação especializada, acesse nossa página de serviços de atendimento e diagnóstico!

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TEA

Inclusão em contextos sociais de crianças com autismo: o que isso significa

A inclusão social de crianças com autismo (TEA) é necessária para o amadurecimento, evolução e independência desses indivíduos. Os desafios de uma criança autista não podem se sobrepor a necessidade de socialização humana.

É preciso entender que a inclusão social também é uma forma de demonstrar cuidado e preocupação com a criança, necessitando realizar práticas que vão desenvolver o aprendizado e acompanhar o amadurecimento da criança. Confira abaixo tudo sobre essa questão, sua importância e maneiras de promover a inclusão em contextos sociais!

Por que é importante a inclusão social de crianças autistas?

O número de crianças autistas tem crescido a cada ano, atualmente, cerca de 1 a cada 160 crianças são diagnosticadas com autismo. Espera-se que esse número seja ainda maior, visto que muitas famílias não realizam a avaliação necessária para diagnosticar o autismo.

Esse número crescente de pessoas autistas acende o alerta sobre a importância da inclusão social desses indivíduos, visto que pessoas autistas possuem uma série de condições que as tornam diferentes dos demais, se afastando das interações sociais e do convívio com outras pessoas.

Lembre-se que uma criança autista logo será um adolescente autista e futuramente um adulto autista, e caso não haja um trabalho constante e multidisciplinar, o resultado pode não ser como esperado e essa pessoa viverá sempre dependente de outras para ter uma boa qualidade de vida.

Para realizar uma avaliação completa e segura para o diagnóstico do autismo é necessária uma equipe dedicada e com anos de atuação, como o Espaço Arima. Confira aqui como funciona a avaliação e entre em contato com o time de especialistas.

O que diz a Lei de Inclusão

Desde 2014, o Decreto Presidencial 8.368 regulamentou a Lei 12.764, conhecida como Lei Berenice Piana, no qual instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

Através dessa Lei ficou determinada diversas questões importantes para a proteção e inclusão dos autistas, como por exemplo a classificação de pessoas com TEA como portadoras de deficiência, o acesso aos serviços públicos do SUS, o direito à educação de qualidade e adaptada para autistas, etc.

Junto a isso, ficou garantida a proteção social de pessoas com TEA, principalmente em situações de vulnerabilidade, e determinou a aplicação de multas e sanções a locais (principalmente as escolas) que recusem a presença ou matrícula de crianças autistas.

O que fazer para promover a inclusão social destas crianças

Promover a inclusão social de crianças autistas é mais fácil do que pode parecer. Pequenas atitudes diárias são responsáveis por causar um grande impacto na vida dos pequenos. 

O mais importante é exercitar a paciência e aprender que o ambiente familiar é o local de maior importância no aprendizado e desenvolvimento da criança.

Portanto, além de uma equipe de médicos, psicólogos, pediatras, professores e demais especialistas, a família ainda continua sendo a base para o desenvolvimento infantil. Confira algumas dicas:

  • Respeite o espaço da criança;
  • Não subestime a capacidade destas crianças;
  • Converse sempre de maneira carinhosa e respeitosa;
  • Motive a criança a brincar e se relacionar com outras crianças;
  • Não coloque a criança dentro de uma “bolha social”.

Referências:

Autismo na sociedade: saiba preparar a criança para o convívio social – Hospital Santa Mônica (hospitalsantamonica.com.br)

Como você pode ajudar na inclusão social do autista? – Entendendo Autismo (institutoneurosaber.com.br)

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TEA Terapia Infantil

O que é laudo para autismo e quais benefícios traz para as famílias?

O processo do laudo para autismo ainda é um tema que deixa as famílias com muitas dúvidas, principalmente as que se encontram no começo dessa jornada e querem acolhimento dos benefícios o quanto antes.

Basicamente, este documento é precedido por uma equipe de profissionais de várias áreas que avaliam os aspectos comportamentais do indivíduo. Para assim, utilizar instrumentos de medida/avaliação comprovados cientificamente para conseguir chegar a um diagnóstico confiável.

Sabendo desta realidade, nós do Espaço Arima preparamos e trouxemos este artigo especialmente para você. Confira a seguir!

O que é o autismo?

O Transtorno do Espectro autista (TEA) é uma condição de saúde marcada por deficiência na comunicação social, interesses fixos, comportamento e hipo ou hipersensibilidade a estímulos sensoriais.

Sendo assim, aqueles que possuem o diagnóstico de autismo, possuem sintomas em diferentes modos, ou seja, com diferentes graus de funcionalidade.

Dessa forma, é possível variar de quase ausência na interação social e atraso mental a leve prejuízos e sintomas, onde o autista consegue trabalhar e estudar, conciliando com os sintomas mais leves.

O que a legislação diz?

Na maioria dos casos, tanto na infância quanto na vida adulta, o autista tem dificuldades de inserção social. Com isso, a lei tratou de promover proteção previdenciária e assistencial a esses indivíduos.

Diante disso, a Lei 12.764/2012 Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Assim sendo, o art. 1º, § 2º determina que:

“§ 2º A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais.”

Além disso, o artigo 3º cita quais são direitos decorrentes do autismo, veja:

  • vida digna, integridade física e moral, livre desenvolvimento da personalidade, segurança e lazer;
  • proteção contra qualquer tipo de abuso e exploração;
  • acesso a ações e serviço de saúde, com vistas à atenção integral às suas necessidades de saúde (incluindo medicamentos;
  • acesso à educação, moradia, mercado de trabalho, previdência social e assistência social.

Quais os benefícios entregues para pessoas com autismo? 

Basicamente, pessoas diagnosticadas com o TEA possuem direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Este benefício é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

De modo geral, esse direito é destinado para aqueles que não possuem condições de prover o próprio sustento, nem de tê-lo conseguido por sua família, além de possuir deficiência.

Então, como podemos observar anteriormente, o autista é considerado uma pessoa com deficiência. Abaixo, veremos alguns outros benefícios previdenciários.

Auxílio-inclusão

O autista que recebe o BPC LOAS, se realizar atividade remunerada e cumprir com algumas exigências, também pode ter direito ao auxílio-inclusão.

Essa vantagem existe para dar apoio às pessoas com deficiência na inserção no mercado de trabalho.

Auxílio-doença

Outra questão também para aquele que possui tal espectro, se estiver trabalhando e contribuindo para a Previdência Social, pode se afastar se existir algum tipo de incapacidade temporária para o trabalho

Laudo para autismo: quais benefícios traz para as famílias?

De modo geral, para as pessoas com o TEA receberem tais benefícios, é importante procurar o diagnóstico de profissionais especializados.

Portanto, esses especialistas são capacitados para fazer uma avaliação detalhada, levando em conta os critérios diagnósticos do tal transtorno.

Então, é elaborado um laudo médico para autismo que deve conter dados sobre o grau de classificação, o CID, além de especificar as áreas em que a pessoa mostra dificuldades.

Esses detalhes são essenciais para assegurar o processo de comprovação da condição de pessoa com autismo junto ao INSS.

Aqui no Espaço Arima a sua criança pode receber uma avaliação diagnóstica e ter o melhor acompanhamento! Venha nos conhecer.

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TEA

Você sabe como o aprendizado de crianças com autismo é influenciado pelo ambiente?

Você sabe qual é a relação entre aprendizagem e autismo e como deve ser um ambiente acolhedor e seguro para crianças com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) desenvolverem suas habilidades e potencialidades?

Diante da importância do tema e da necessidade de tratamento igualitário, em especial para crianças, nós, do Espaço Arima, preparamos este conteúdo que vai te ajudar a tornar o processo de aprendizagem da criança o melhor possível.

Boa leitura!

Aprendizagem segura e direitos da pessoa com TEA

Crianças diagnosticadas com TEA podem sofrer diversas alterações em sua rotina e desenvolvimento cognitivo, com impactos na fala, interação social e aprendizado.

Nesse sentido, faz parte do tratamento multidisciplinar o foco no processo de aprendizagem, que deve ser seguro e acolhedor para crianças com TEA, em especial no ambiente doméstico.

Porém, a legislação brasileira reconhece a importância da Educação Especial, no art. 58 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, além de determinar o desenvolvimento de métodos específicos para atender às necessidades de alunos com transtornos de desenvolvimento.

Da mesma maneira, a Lei n° 12.764/2012 institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e o direito que toda criança com TEA possui a uma educação especializada.

Assim, criar um ambiente seguro e acolhedor para crianças com TEA, além de ser fundamental para desenvolver e aprimorar habilidades e potencialidades, também é determinação legal e deve ser cumprida por creches e escolas.

Como criar um ambiente acolhedor para crianças com TEA

A tendência ao isolamento social e ao desejo de realizar atividades isoladamente pode ser uma das características de crianças com TEA.

Contudo, somente através de um ambiente acolhedor essa criança pode ser integrada ao seio social, com poder de aumentar a autoestima e autoconfiança de crianças com autismo, o que contribui para melhorar habilidades pessoais, inclusive as de relacionamento.

A seguir, veja como criar um ambiente acolhedor para crianças com TEA. As dicas se aplicam tanto para espaços escolares quanto dentro de casa.

Organização do ambiente

Crianças com TEA podem se distrair facilmente, em especial quando há muitos estímulos visuais e sensoriais.

Dessa maneira, é preciso que o local voltado a aprendizagem da criança seja o mais organizado possível e com poucos estímulos, para evitar distrações.

Isso não quer dizer que todas as paredes precisam ser brancas, mas evite deixar a sala com muitos brinquedos espalhados, várias canetas, lápis de cor, entre outros.

Linguagem clara e direta

A possível dificuldade de aprendizado de crianças com autismo pode se refletir em complicações para compreender determinados conceitos, como figuras de linguagem.

Assim, além de desenvolver um cronograma de estudos individualizado, é fundamental manter a linguagem clara e direta com a criança, para que ela entenda perfeitamente o que foi dito.

É importante lembrar que crianças com TEA podem apresentar dificuldades para compreender a linguagem verbal. Assim, nesse momento o responsável pode fazer uso de elementos visuais para complementar.

Importância de envolver a criança em uma rotina

É comum crianças com TEA apresentarem ansiedade e dificuldade para lidar com imprevistos ou situações que saem do seu controle.

Portanto, é fundamental manter a criança envolvida em uma rotina equilibrada, com horários para alimentação, descanso, estudo e diversão, o que aumenta segurança.

Inclusão e brincadeiras

A determinação legal é de que haja inclusão da criança com TEA, sempre que possível, em escolas regulares. E a finalidade é bastante simples: Promover a inclusão das crianças com autismo.

Do mesmo modo, evita a separação entre elas e crianças consideradas neurotípicas, que não possuem problemas de desenvolvimento neurológico.

Adicionar brincadeiras, musicoterapia, gamificação e outras atividades interativas também contribuem para a criança se sentir mais acolhida e a vontade para se expressar.

Para um diagnóstico e tratamento adequado do Transtorno do Espectro do Autismo, uma equipe interdisciplinar e humanizada é essencial.

Acesse nossa página de Avaliação para Diagnóstico e Tratamento e fale com nossa equipe para avaliar e estabelecer um plano terapêutico individualizado para atender as necessidades da criança.

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TEA Terapia Infantil

Criança com TEA: importância de acompanhar o desenvolvimento cognitivo

O desenvolvimento de crianças com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) pode ser feito com acompanhamento de equipe multidisciplinar que estimula a qualidade de vida infantil e o estímulo de potencialidades e habilidades.

Em virtude da relevância do tema, nós, do Espaço Arima, preparamos este conteúdo para tirar suas dúvidas e explicar a importância do acompanhamento da criança com TEA. Continue a leitura!

Impactos do TEA no desenvolvimento infantil

Normalmente, crianças com TEA apresentam diferentes sintomas nos primeiros anos de vida. 

Mas, pelo pouco conhecimento sobre o tema, muitos pais podem achar determinados comportamentos normais ou até mesmo acreditam se tratar da idade.

No entanto, quando o diagnóstico de TEA chega, ele pode ser recebido com surpresa e até insegurança. Afinal, o transtorno do espectro do autismo pode impactar significativamente o desenvolvimento da criança.

Compreensão

A habilidade social é fundamental para o convívio com outras pessoas. Mas para crianças com autismo, a compreensão e entendimento da emoção dos outros pode se tornar um desafio.

Da mesma maneira, pode ser interpretadocerto desprezo pelas emoções, mas essa é uma condição relacionada ao transtorno e não se trata necessariamente de uma criança fria.

Rigidez cognitiva

Associada a comportamentos repetidos, a rigidez cognitiva faz com que a criança com autismo se apegue em excesso a determinado objeto, rotina e tentativa de controle, com grande frustração quando algo não sai como desejado.

Prejuízo da comunicação verbal e não-verbal

A comunicação é um dos pilares mais atingidos quando se fala em crianças com TEA.

É comum observar dificuldade para manter contato visual, ausência de respostas quando é chamada e até mesmo dificuldade para falar ou se expressar.

Os pais podem até pensar que a criança está “no próprio mundo”, o que representa prejuízo para o desenvolvimento infantil, que pode se tornar alheia ao ambiente que lhe cerca.

Como acompanhar o desenvolvimento cognitivo de crianças com TEA?

Uma vez realizado o diagnóstico de TEA em crianças, é fundamental buscar auxílio multidisciplinar para iniciar o tratamento específico, voltado ao desenvolvimento de habilidades sociais, cognitivas e de fala em crianças.

Portanto, é comum a presença de diferentes profissionais na equipe de tratamento, como psicólogos, psiquiatras, pedagogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, entre outros.

Este processo de desenvolvimento cognitivo não é feito de forma padronizada, porque o TEA apresenta diferentes níveis e, quanto maior a gravidade, mais importante se torna o suporte para a criança conseguir efetuar o tratamento e afastar o aparecimento de doenças como depressão.

Melhora de sintomas

Depois de iniciado o tratamento, a maneira de acompanhar o desenvolvimento cognitivo de crianças com TEA pode acontecer através da observação da melhora de diferentes sintomas, como maior contato social, controle da ansiedade e aumento da frequência escolar.

Observar a consistência e rotina da criança

Embora a criança com TEA seja excessivamente apegada a uma rotina, determinados comportamentos podem não ser consistentes, como horários de refeições ou de fazer atividades da escola.

Nesse sentido, os pais e equipe multidisciplinar podem observar o aumento da consistência nas atividades da criança, com pausas e intervalos cada vez menores na rotina geral do seu filho, como cumprir os horários para tomar banho, brincar, estudar e dormir.

Praticar técnicas em casa

Como o tratamento para o autismo é realizado por meio de técnicas, uma das maneiras de acompanhar o desenvolvimento da criança é praticar em casa as técnicas utilizadas com a equipe multidisciplinar, como exercícios de comunicação oral aprendidas com fonoaudiólogos.

Melhora do rendimento escolar

A criança com TEA normalmente faz acompanhamento pedagógico, com estratégias de aprendizado individualizadas.

No início do tratamento, a criança pode não saber falar as letras do alfabeto ou contar. Mas, o indicativo de que há melhora no desempenho cognitivo é a melhora do rendimento escolar e aprendizados, inclusive em outro idioma.

Para um diagnóstico e tratamento adequado do Transtorno do Espectro do Autismo, uma equipe interdisciplinar e humanizada é fundamental no processo.

Acesse nossa página de Avaliação para Diagnóstico e Tratamento e fale com nossa equipe para avaliar e estabelecer um plano terapêutico individualizado para atender as necessidades da criança.

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TEA Terapia Infantil

Aprendizagem de crianças com autismo e como alcançar melhoras reais por meio da motivação

Aprendizagem de crianças com autismo pode ser um desafio na rotina de pais, responsáveis e educadores. Isso porque, crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro do Autismo podem preferir ficar sozinhas e representa um obstáculo para o desenvolvimento de habilidades sociais.

Para entender como motivar e ajudar crianças com autismo a aprender e desenvolver suas habilidades, nós, do Espaço Arima, preparamos este conteúdo para você. Boa leitura!

Como motivar crianças com autismo?

Crianças diagnosticadas com TEA podem apresentar dificuldades de aprendizado, em razão do impacto causado pelo transtorno no desenvolvimento cognitivo, que também afeta habilidades motoras e comportamento social.

Nesse sentido, é comum observar em crianças com autismo a preferência por brincar sozinhas, sentir dificuldades para compartilhar brinquedos, alimentos e também a baixa resposta a estímulos externos e sociais.

Dessa forma, a motivação exerce influência fundamental no processo de aprendizado da criança com autismo, porque somente por meio da convivência com outras pessoas é possível observar melhoras nos sintomas de isolamento, ansiedade e atividade intelectual.

Logo, o primeiro passo deve ser a identificação do que motiva cada criança. Lembrando que a estratégia de tratamento é única e cada criança deve ser observada em sua individualidade.

Dicas para ajudar crianças a melhorar sua aprendizagem

Depois de observar o que motiva a criança, é hora de adotar estratégias para usar esse interesse a favor do pequeno.

De tal maneira, se a criança gosta de bola, esse brinquedo pode ser usado em diferentes momentos para estimular que ela se engaje em outras atividades, como brincadeiras e danças.

Imitação

A imitação é um ótimo recurso de engajamento para crianças com TEA, porque elas aprendem sobre ritmo, momentos de início e de parada.

Então, você pode imitar alguém dançando e depois deixar a criança fazer o mesmo e vice-versa.

Atividades simples e fáceis

Crianças com autismo podem sentir dificuldade para gerenciar situações desconhecidas. Por isso, costumam ser apegadas a rotina e podem apresentar níveis acentuados de ansiedade.

Portanto, na hora de introduzir atividades e brincadeiras, o ideal é começar com gestos simples e fáceis. Assim, ela possui tempo para aprender e repetir os movimentos.

Linguagem direta e clara

A melhor abordagem para ensinar crianças com autismo é utilizar linguagem clara e direta. Para tanto, além de palavras, gestos também são bem vindos.

Vamos a um exemplo? Suponha que você quer ensinar a criança a escovar os dentes.

O primeiro passo é dizer: “Vamos escovar os dentes”. Em seguida, aponte a pia, que já deve estar com a escova e pasta de dente. Após, escove os dentes e deixe que a criança observe.

Por meio desse movimento é possível que o pequeno aprenda como a nova habilidade – de escovar os dentes, é feita.

Fique atento às distrações

Estímulos em excesso prejudicam a concentração da criança com TEA. Isso inclui estímulos visuais, sensoriais e auditivos.

Dessa forma, é importante gerenciar a quantidade de brinquedos e estímulos aos quais a criança vai ser exposta e prefira apresentar os objetos aos poucos.

Para um diagnóstico e tratamento adequado do Transtorno do Espectro do Autismo, uma equipe interdisciplinar e humanizada é fundamental no processo.

Acesse nossa página de Avaliação para Diagnóstico e Tratamento e fale com nossa equipe para avaliar e estabelecer um plano terapêutico individualizado para atender as necessidades da criança.